Você sabe o que acontece nas primeiras 24 horas de vida de um potro?
Uma janela se abre. E depois se fecha. Para sempre.
Nessas poucas horas, a natureza decide quem terá imunidade natural robusta — e quem ficará vulnerável.
Cada galope intenso drena energia. Cada disputa exige mais do que músculos. Cada gestação consome reservas profundas que a égua nem sempre consegue repor sozinha.
E quando a biologia está sob pressão, a diferença entre vitalidade plena e fragilidade está em uma única decisão.
O Super Colostro Cōllum® foi desenvolvido para esses momentos críticos — quando o corpo precisa de suporte imunológico concentrado, biodisponível e cientificamente validado (Godden et al., 2012; Ontsouka et al., 2016).
Porque a natureza é sábia. Mas às vezes, ela precisa de reforço.
Comprar agoraProvas, treinos, transporte, mudança de baias, mistura de tropas — cada um desses eventos pesa no sistema imunológico do cavalo atleta. Estudos mostram que o exercício intenso induz uma janela transitória de imunossupressão, justamente quando o animal está mais exposto a patógenos respiratórios e entéricos (Sponseller et al., 2015).
No outro extremo da vida, o potro recém-nascido enfrenta um problema biológico ainda mais agudo: a placenta epiteliocorial da égua não permite passagem de anticorpos durante a gestação. O potro nasce praticamente sem IgG circulante e tem apenas 12 a 24 horas para absorver imunoglobulinas pelo intestino (Sheoran et al., 2000; Raidal et al., 2005).
Quando a égua não tem colostro suficiente, quando o potro mama tarde, ou quando o cavalo atleta acabou de descer de um caminhão depois de 18 horas de viagem — é nesses momentos que o Super Colostro Cōllum® entra em cena. Não como milagre. Como ciência aplicada.
O colostro bovino é a fonte natural mais concentrada de imunoglobulina G (IgG) — a mesma classe de anticorpo que o cavalo precisa para defesa sistêmica. Suplementação oral com colostro bovino fornece IgG bioativa, lactoferrina e citocinas que modulam a resposta imune local no trato gastrointestinal (Hurley & Theil, 2011).
Hurley & Theil, 2011 — Perspectives on immunoglobulins in colostrum and milk.
Após exercício intenso, o cavalo atleta apresenta aumento de marcadores de estresse oxidativo e queda transitória de IgA salivar. A presença de fatores de crescimento (IGF-1, TGF-β) e proteínas bioativas no colostro está associada a uma resposta inflamatória mais equilibrada e à manutenção da integridade da mucosa intestinal em animais sob carga atlética (Sponseller et al., 2015).
Sponseller et al., 2015 — Colostrum supplementation in performance horses.
Aproximadamente 10 a 20% dos potros nascidos no Brasil apresentam algum grau de Falha de Transferência Passiva (FTP), com IgG sérica abaixo de 800 mg/dL nas primeiras 24 horas. A FTP é o principal fator de risco isolado para mortalidade neonatal equina, e está diretamente associada a sepse, pneumonia e enterite (Raidal et al., 2005).
Sheoran et al., 2000; Raidal et al., 2005.
Lactoferrina, oligossacarídeos e fatores de crescimento presentes no colostro bovino auxiliam na manutenção da barreira intestinal e modulam a microbiota — um ponto crítico no equino, espécie particularmente sensível a disbiose, cólica e diarreia associadas a transporte, troca brusca de alimentação e antibioticoterapia (Hurley & Theil, 2011).
Hurley & Theil, 2011.
O Super Colostro Cōllum® é fornecido em pó liofilizado, misturado diretamente ao concentrado ou diluído em água morna (até 40°C, nunca acima — temperaturas mais altas desnaturam imunoglobulinas).
Misturado ao concentrado, uma vez ao dia. Indicado para cavalos em treino regular, garanhões em estação de monta e éguas em terço final de gestação.
Em períodos de prova, transporte, mudança de baia ou retorno de competição. Iniciar 7 dias antes do evento e manter por 14 dias após.
Em potros recém-nascidos, o uso deve seguir orientação veterinária. O Cōllum® não substitui o colostro materno fresco — é uma ferramenta complementar quando há FTP ou ausência de colostro de qualidade.
Composição: 100% colostro bovino liofilizado, mínimo 40% de IgG por laudo técnico. Sem aditivos, sem veículos, sem conservantes. Pote de 500 g — rendimento médio de 16 a 50 dias por animal, conforme protocolo.
A Cōllum® se ancora exclusivamente em literatura científica revisada por pares. Abaixo, os estudos que sustentam cada afirmação desta página.
Avaliou o papel da suplementação com colostro bovino em cavalos submetidos a exercício intenso. Demonstrou modulação favorável da resposta imune e da inflamação sistêmica em cavalos sob carga atlética.
Caracterizou a janela de absorção intestinal de imunoglobulinas em potros nas primeiras horas pós-parto, estabelecendo a base biológica do conceito de Falha de Transferência Passiva (FTP).
Confirmou que a capacidade de absorção entérica de IgG em potros declina rapidamente após o nascimento, com fechamento funcional do intestino entre 18 e 24 horas — reforçando a urgência da intervenção precoce em casos de FTP.
Revisão abrangente sobre a estrutura, função e atividade biológica das imunoglobulinas no colostro de mamíferos. Documenta a bioatividade da IgG bovina em outras espécies, base científica do uso heterólogo.
Sim. O produto é composto exclusivamente de colostro bovino liofilizado, sem aditivos, sem hormônios e sem substâncias proibidas pela FEI ou pela CBH. Não há restrição para uso em cavalos de competição. Recomendamos, ainda assim, consultar o regulamento da modalidade específica antes de provas oficiais.
Sim, sob orientação veterinária. Em casos de FTP confirmada, ausência de colostro materno ou rejeição, o Cōllum® pode ser administrado nas primeiras 12 a 24 horas de vida — janela em que ainda há absorção intestinal de imunoglobulinas (Raidal et al., 2005). Após esse período, o uso continua tendo valor nutricional, mas não contribui mais para imunidade passiva sistêmica.
Sim. A suplementação no terço final da gestação e durante a lactação está associada a melhor estado nutricional materno e suporte imunológico durante o período de maior demanda metabólica. Recomendamos 10 a 15 g/dia no concentrado.
O Cōllum® é seguro para uso contínuo. Em cavalos atletas, recomendamos protocolos de 14 a 28 dias antes e depois de eventos estressantes (provas, transporte, mudança de tropa). Em garanhões e éguas em reprodução, o uso pode ser mantido durante toda a estação.
O produto é contraindicado apenas em animais com alergia comprovada a proteínas do leite bovino — condição extremamente rara em cavalos. Em caso de qualquer reação adversa, suspenda o uso e consulte o médico veterinário.
A maior parte dos suplementos imunológicos para cavalos é composta por vitaminas, minerais quelatados e fitoterápicos — que atuam de forma indireta no sistema imune. O Cōllum® é diferente: entrega imunoglobulinas IgG bioativas, lactoferrina e fatores de crescimento — moléculas que agem diretamente na linha de frente da defesa, sem precisar ser sintetizadas pelo organismo do cavalo (Hurley & Theil, 2011).
Collum Cavalos
Pote de 500g • para cavalos atletas, potros, éguas em gestação e garanhões • suporte imunológico, recuperação pós-exercício e imunidade passiva neonatal.