Nas primeiras 24 horas de vida, um bezerro recebe tudo o que precisa para sobreviver, concentrado em gotas de ouro líquido. Não é leite. Não é suplemento comum. É colostro bovino.
Conhecer os produtos +6.000 estudos publicados no mundoO colostro é o primeiro fluido produzido pelas glândulas mamárias imediatamente após o parto. Diferente do leite maduro, o colostro é um concentrado biológico com mais de 250 compostos bioativos. Anticorpos, fatores de crescimento, citocinas e nutrientes essenciais.
Em mamíferos, os neonatos nascem com um sistema imunológico imaturo. As imunoglobulinas maternas não atravessam a placenta em ruminantes, equinos e suínos. O colostro é a única fonte de anticorpos protetores nas primeiras horas de vida.
A janela de absorção intestinal é crítica. Nas primeiras 6 horas, o intestino neonatal absorve anticorpos intactos diretamente para a corrente sanguínea. Após 24 horas, essa capacidade desaparece completamente. É o chamado fechamento intestinal.
O colostro bovino não é apenas um alimento. É um sistema biológico completo de defesa, regeneração e desenvolvimento. Estes são os seis pilares da sua composição.
IgG, IgA e IgM. Os anticorpos que formam a primeira linha de defesa. IgG representa 85-90% das imunoglobulinas do colostro bovino[4] e neutraliza patógenos sistêmicos.
Defesa sistêmicaGlicoproteína que se liga ao ferro, privando bactérias de um nutriente essencial para sua multiplicação. Ação antimicrobiana, antiviral e anti-inflamatória comprovada.
Antimicrobiano naturalIGF-I, IGF-II, TGF-beta e EGF promovem regeneração celular e maturação intestinal. Essenciais para o desenvolvimento neonatal.
Regeneração celularPRP (colostrinine) atua na modulação imunológica. Ativa o sistema imune quando necessário e o regula quando hiperativo. Suporte para cartilagem e vitalidade.
ImunomodulaçãoInterleucinas e interferons que regulam a resposta inflamatória, coordenam a comunicação entre células imunes e modulam a intensidade da defesa do organismo.
Regulação inflamatóriaPrebióticos naturais que alimentam bactérias benéficas (Lactobacillus, Bifidobacterium)[17], reforçam a barreira intestinal e inibem a adesão de patógenos entéricos.
Saúde intestinalAs imunoglobulinas são proteínas do sistema imune que reconhecem e neutralizam agentes invasores. O colostro bovino contém três classes principais, cada uma com um papel específico na defesa do organismo.
A principal imunoglobulina do colostro bovino. Representa 85-90% do total de anticorpos. Atua na neutralização de vírus, bactérias e toxinas na corrente sanguínea e tecidos. É a molécula responsável pela imunidade passiva sistêmica.
A Cōllum garante 40% de proteínas de defesa[1] por laudo técnico, muito acima do limiar crítico de 50 g/L[6] para transferência eficaz de imunidade passiva.
85-90% do total de anticorpos no colostroEspecialista em defesa de mucosas. A IgA reveste as superfícies internas do trato gastrointestinal e respiratório, formando uma barreira protetora que impede a adesão e penetração de patógenos. Primeira linha de defesa local.
Essencial para proteger o intestino neonatal antes que o sistema imune próprio se desenvolva.
Proteção de mucosas gastrointestinaisO primeiro anticorpo produzido em resposta a uma infecção. A IgM ativa o sistema complemento, uma cascata de proteínas que destrói patógenos diretamente. Sua estrutura pentamérica permite ligar múltiplos antígenos simultaneamente.
Presente em menor concentração no colostro, mas fundamental na resposta imune primária.
Ativação do sistema complementoA ciência do colostro aplicada em cada produto. Liofilização a -40 °C preserva 97% da atividade biológica.
Diferente de outras marcas, a Cōllum possui fábrica própria com capacidade para produzir colostro bovino nos dois processos mais avançados do mercado. Cada um com suas vantagens. Você escolhe o melhor para sua necessidade.
Secagem por sublimação a vácuo. O processo mais avançado para preservação de proteínas.
Secagem por atomização controlada. Processo industrial de alta escala com ótima relação custo-benefício.
A Cōllum é a única empresa brasileira com fábrica própria para ambos os processos. Isso significa que você não depende de terceiros. Da coleta ao produto final, tudo é controlado, rastreado e certificado por laudo técnico lote a lote.
Cada afirmação da Cōllum é sustentada por pesquisa científica publicada. Organizamos os principais estudos por categoria para que você possa consultar as evidências diretamente.
Colostro bovino suplementado em filhotes nas primeiras 24h aumentou IgG sérica em até 40% comparado ao grupo controle.
+40% IgG séricaVer estudo completo (PDF)Suplementação por 30 dias melhorou marcadores de permeabilidade intestinal[5] e reduziu inflamação em cães com síndrome do intestino irritável.
30 dias de suplementaçãoVer estudo completo (PDF)Gatos FIV-positivos suplementados com colostro bovino apresentaram melhora nos níveis de linfócitos CD4+ após 60 dias.
Melhora em CD4+ após 60 diasVer estudo completo (PDF)IGF-1 e TGF-beta presentes no colostro bovino aceleraram em 25%[4] o fechamento de feridas comparado ao controle.
Fechamento de feridas 25% mais rápidoVer estudo completo (PDF)Filhotes que receberam colostro bovino liofilizado nas primeiras 12h tiveram taxa de sobrevivência 30% maior que filhotes suplementados com fórmula láctea.
+30% sobrevivênciaVer estudo completo (PDF)Bezerros que receberam colostro com >50 g de IgG nas primeiras 6h tiveram taxa de FTIP menor que 10%. Com menos de 25 g de IgG, a FTIP chegou a 60%.
FTIP <10% com colostro adequadoVer estudo completo (PDF)Colostro liofilizado reteve 95-97% da atividade de IgG. Spray-dry reteve apenas 30-50% dependendo da temperatura aplicada.
97% vs 30-50% retençãoVer estudo completo (PDF)25-40% das vacas produzem colostro com IgG insuficiente (<50 g/L). Suplementação é necessária para proteger esses bezerros.
25-40% colostro insuficienteVer estudo completo (PDF)Meta-análise de 12 estudos confirma que a suplementação com colostro de alta qualidade reduz mortalidade neonatal em 48-68%.
Até 68% menos mortalidadeVer estudo completo (PDF)Colostro liofilizado com processo térmico adequado reduz patógenos (Johne, MAP, Salmonella) mantendo IgG funcional.
Patógenos reduzidos, IgG preservadaVer estudo completo (PDF)Cada caso de FTIP custa em média US$ 150-300 em custos veterinários, perda de peso e mortalidade. Em rebanhos de 1.000 bezerros com 40% FTIP, o custo anual chega a US$ 60.000-120.000.
US$ 60-120k custo anualVer estudo completo (PDF)Leitões com menos de 1 kg ao nascer que receberam colostro bovino nas primeiras 12h tiveram ganho de peso 22% maior na primeira semana.
+22% ganho de pesoVer estudo completo (PDF)IgG bovina oferece proteção cruzada contra E. coli e rotavírus, patógenos comuns em leitões neonatos.
Proteção contra E. coli e rotavírusVer estudo completo (PDF)Taxa de mortalidade pré-desmame caiu de 14% para 8% em leitões suplementados com colostro bovino liofilizado.
43% menos mortalidadeVer estudo completo (PDF)Incidência de diarreia neonatal reduziu 55% no grupo suplementado com colostro bovino vs controle.
55% menos diarreiaVer estudo completo (PDF)Potros que falharam em mamar nas primeiras 8h apresentaram FTIP em 75% dos casos. Suplementação com colostro bovino liofilizado reduziu FTIP para menos de 15%.
FTIP reduzida de 75% para <15%Ver estudo completo (PDF)Cavalos de esporte suplementados por 60 dias. Creatina quinase -18% (reparo muscular) e IgA salivar +25% (imunidade de mucosa).
-18% CK e +25% IgA salivarVer estudo completo (PDF)Potros com síndrome de má-adaptação neonatal que receberam colostro bovino como suplemento tiveram taxa de melhora 35% maior.
+35% taxa de melhoraVer estudo completo (PDF)Suplementação com colostro bovino liofilizado igualou a taxa de sobrevivência de cordeiros gêmeos à de cordeiros únicos.
Sobrevivência igualadaVer estudo completo (PDF)Cordeiros que receberam colostro bovino nas primeiras 2h mantiveram temperatura corporal 1,2 °C acima do grupo controle em condições de frio.
+1,2 °C temperatura corporalVer estudo completo (PDF)Anticorpos anti-Clostridium perfringens presentes no colostro bovino ofereceram proteção parcial a cordeiros nas primeiras 3 semanas de vida.
Proteção nas primeiras 3 semanasVer estudo completo (PDF)O colostro Cōllum passa por um processo rigoroso de coleta, análise, processamento e controle de qualidade. Nada é deixado ao acaso.
Colostro coletado nas primeiras 6 horas pós-parto, quando a concentração de IgG é máxima. Resfriamento imediato.
Cada lote é analisado para concentração de IgG, contagem bacteriana e ausência de patógenos. Lotes abaixo do padrão são descartados.
Secagem por sublimação a -40 °C. O processo lento preserva 95-97% da atividade biológica dos anticorpos e proteínas.
Laudo técnico garante mínimo de 40% de proteínas de defesa no produto final. Cada lote é rastreável do campo ao consumidor.
Embalagem selada a vácuo para preservar a integridade biológica. Armazenamento em temperatura controlada até a entrega.
padrão de defesa garantido por laudo técnico em cada lote produzido
Retenção de atividade biológica pelo processo de liofilização
Tempo máximo entre o parto e a coleta do colostro
Compostos bioativos identificados no colostro bovino
Estudos científicos revisados que embasam nossas formulações
famílias com colostro Cōllum na rotina
Reunimos as perguntas mais frequentes de tutores, veterinários e produtores sobre a ciência por trás do colostro bovino liofilizado.
Imunoglobulinas são proteínas produzidas pelo sistema imunológico para identificar e neutralizar agentes invasores como bactérias, vírus e toxinas. No colostro bovino, as três principais classes são IgG (defesa sistêmica), IgA (proteção de mucosas) e IgM (resposta imune primária). Juntas, formam o escudo protetor transferido da mãe para o neonato.
IgG é o anticorpo mais abundante no colostro bovino (85-90%) e atua na defesa sistêmica, neutralizando patógenos no sangue e tecidos. IgA especializa-se em proteger mucosas do trato gastrointestinal e respiratório. IgM é o primeiro anticorpo produzido em infecções e ativa o sistema complemento. Cada classe tem uma função complementar na defesa do organismo.
A Cōllum produz colostro bovino nos dois processos. O liofilizado opera a -40 °C por sublimação, preservando 97% da atividade biológica e alcançando 80% de proteína. Ideal para pets e animais de alto valor. O pulverizado (spray-dry) opera a 150 °C por atomização controlada, alcançando 60% de proteína com excelente custo-benefício. Ideal para rebanhos e produção em escala. Ambos garantem mais de 20% de IgG certificado por laudo. A Cōllum é a única empresa brasileira que domina os dois processos com fábrica própria.
Sim. Embora a transferência de imunidade passiva (absorção de IgG intacta) seja exclusiva dos neonatos, o colostro bovino beneficia animais adultos e idosos de outras formas. Lactoferrina com ação antimicrobiana, fatores de crescimento que auxiliam na regeneração intestinal, peptídeos imunomoduladores (PRP) que regulam a resposta imune, e oligossacarídeos prebióticos que reforçam a microbiota. Em cães idosos, estudos mostram melhora na saúde intestinal e resposta imunológica após 30 dias de suplementação.
Depende da aplicação. Em neonatos (bezerros, leitões, potros, cordeiros), a transferência de anticorpos ocorre em horas. A absorção intestinal é imediata nas primeiras 6-12 horas de vida. Em animais adultos e idosos suplementados para saúde geral, os estudos indicam resultados mensuráveis entre 21 e 60 dias de uso contínuo, dependendo do caso. Melhoras na saúde intestinal costumam ser percebidas já nas primeiras 2-3 semanas.
Sim. O colostro bovino liofilizado é um suplemento nutricional natural que pode ser combinado com outros suplementos e com a comida que ele já come. Não há interações adversas conhecidas. Para neonatos, recomenda-se administrar o colostro como primeira alimentação, antes de qualquer outro suplemento. Para uso contínuo em adultos, pode ser adicionado à comida do dia a dia. Consulte sempre um médico veterinário para definir o protocolo ideal.
Sim. O colostro bovino é seguro e bem tolerado por cães e gatos. As imunoglobulinas bovinas possuem homologia estrutural suficiente para oferecer proteção cruzada em mamíferos. Estudos demonstram benefícios em filhotes neonatos (melhora na taxa de sobrevivência), cães adultos com problemas intestinais, cães idosos com imunidade comprometida e gatos imunossuprimidos (FIV+). O colostro Cōllum é especificamente formulado com dosagem adequada para pets.
O colostro bovino liofilizado tem perfil de segurança excelente e não apresenta contraindicações conhecidas para uso em animais saudáveis. Em casos de alergia a proteínas do leite bovino (raro em animais), deve-se descontinuar o uso. Para animais em acompanhamento veterinário, recomenda-se consultar o profissional responsável antes de iniciar a suplementação. O colostro não substitui medicamentos. É um adjuvante nutricional.
Satyaraj, E. et al. "Supplementation of diets with bovine colostrum influences immune and gut function in kittens and dogs." Frontiers in Veterinary Science, 2023.
PDFKehoe, S.I. et al. "O colostro bovino aumenta a atividade das células natural killer e a resposta imunológica." Journal of Dairy Science, 2007.
PDFPlayford, R.J. et al. "O colostro bovino como suplemento alimentar na proteção contra danos intestinais." Gut, 1999.
PDFGodden, S.M. et al. "Transferência passiva de imunoglobulina em bezerros recém-nascidos." Journal of Dairy Science, 2009.
PDFFischer, A.J. et al. "A qualidade do colostro influencia o sistema imunológico e o desenvolvimento intestinal." Journal of Dairy Science, 2018.
PDFMalmuthuge, N. et al. "Respostas imunes inatas e perfil do microbioma de bezerros." Scientific Reports, 2019.
PDFBerge, A.C.B. et al. "O colostro bovino pasteurizado e seco por pulverização protege." Journal of Dairy Science, 2005.
PDFRathe, M. et al. "Saúde pediátrica e colostro bovino, aplicações clínicas." Nutrients, 2014.
PDFTodos os estudos estão disponíveis para download em formato PDF. As referências seguem o formato acadêmico et al. para conformidade regulatória.
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