Você sabe por quê?
Porque é nesse curto período — quando o intestino ainda está permeável — que a transferência de imunidade acontece. Ou não acontece.
E quando não acontece, o custo vem em ondas: diarreia, pneumonia, crescimento lento, descarte precoce.
Na pecuária leiteira, o colostro certo na hora certa não é apenas biologia.
É economia. É genética preservada. É o futuro da sua operação decidido antes do segundo dia de vida.
Diferente de outras especies, o bezerro nasce práticamente sem anticorpos circulantes[6]. Toda a proteção imunológica que ele precisa para sobreviver as primeiras semanas vem exclusivamente do colostro materno.
Quando a transferência de anticorpos[6] não acontece nas primeiras horas, o bezerro fica exposto a diarreias, pneumonias e infecções[8] que podem custar sua vida ou comprometer permanentemente seu desenvolvimento.
Consultar ProtocoloNa pecuaria leiteira, o colostro materno nem sempre esta disponível em quantidade ou qualidade suficiente. Reconhecer esses cenarios e agir rápido é o que separa fazendas com alta é baixa mortalidade.
Novilhas de primeira cria, vacas com produção baixa ou colostro com Brix abaixo de 22% não entregam a concentração mínima de anticorpos que o bezerro precisa. O suplemento garante a proteção imunológica mesmo quando a mãe não consegue.
Mastite clinica ou subclinica contamina o colostro com bactérias e reduz drasticamente a concentração de imunoglobulinas. Vacas com febre, metrite ou qualquer infecção no peri-parto produzem colostro comprometido. Nesses casos, o suplemento é a única alternativa segura.
Distocia, parto assistido ou gemelaridade atrasam a primeira mamada e reduzem a viabilidade do bezerro. Gemeos dividem o colostro disponível e frequentemente não recebem volume suficiente. O tempo perdido no parto dificil e tempo perdido na janela de absorção.
Um protocolo simples, baseado em evidência, que se encaixa na rotina de qualquer fazenda leiteira. O objetivo e garantir a transferência de anticorpos[6] nas primeiras horas de vida.
Administrar a primeira dose de colostro Collum nas primeiras 2 horas após o nascimento. A capacidade de absorção de anticorpos pelo intestino[9] do bezerro e máxima nesse período. Diluir o colostro em po em agua morna (38-40°C) e oferecer via mamadeira ou sonda oroesofagica.
Aplicar a segunda dose para completar a transferência de anticorpos[9]. A absorção intestinal já comeca a diminuir nesse ponto, mas ainda é suficiente para elevar significativamente os niveis sericos de IgG do bezerro.
Observar o bezerro: vigor ao mamar, reflexo de succao, hidratacao, temperatura. Bezerros que receberam colostro adequado nas primeiras horas apresentam melhor vigor, ficam de pe mais rápido e buscam o teto ativamente.
Para fazendas com refratometro Brix, é possível medir a proteína serica total do bezerro (sangue). Valores acima de 5.5 g/dL[6] confirmam transferência adequada de anticorpos. Bezerros abaixo desse valor necessitam acompanhamento intensivo.
| Peso do bezerro | Dose por tomada | Total (2 doses) |
|---|---|---|
| 25 - 35 kg | 200g | 400g |
| 35 - 45 kg | 250g | 500g |
| 45 - 55 kg | 300g | 600g |
| > 55 kg | 350g | 700g |
A conta é simples. O colostro suplementar custa uma fracao do que você perde com cada bezerro doente ou morto. E os números não mentem.
Entre valor genético, dias de gestacao da vaca, custos veterinários e reposicao. Cada morte é um prejuizo direto e mensuravel para a fazenda.
O investimento em duas doses de colostro Collum com 40% de IgG[19]. Menos de 1,3% do valor de um bezerro. Prevenção com retorno garantido.
Para cada R$1 investido em colostro suplementar, você protege R$78 em patrimonio genético e produtivo. Nenhum outro insumo na fazenda entrega esse ROI.
Fazendas que adotam protocolos de suplementação reduzem a mortalidade pre-desmama em até 60% é os custos veterinários no primeiro mes em até 45%.
Desenhado para a realidade da fazenda leiteira brasileira. Sem complicacao, sem equipamento especial, sem alterar sua operacao.
Momento ideal para monitorar partos noturnos e agir rápido.
O colostro Collum em po simplifica a logistica da fazenda.
Protocolo simples que qualquer funcionario aprende em um turno.
Resultados públicados em periodicos de referência que sustentam o protocolo de suplementação para rebanhos leiteiros.
Bezerros que recebem colostro com concentração adequada de IgG nas primeiras 2 horas apresentam taxas de sobrevivencia significativamente maiores nós primeiros 90 dias. A administração precoce é o fator mais determinante para a proteção imunológica do neonato.
Godden et al., Journal of Dairy Science, 2019
Bezerras que recebem transferência adequada de anticorpos ganham em media 0,15 kg/dia a mais na fase de cria. Estudos longitudinais demonstram que essas bezerras produzem até 550 kg a mais de leite na primeira lactacao em comparação com animais que receberam proteção imunológica insuficiente.
Faber et al., Journal of Dairy Science, 2005
Propriedades que implementaram protocolos sistematicos de suplementação com colostro de alta qualidade reduziram custos veterinários no primeiro mes de vida em 42% é a mortalidade pre-desmama caiu de 14% para 5,8% em media.
Raboisson et al., Preventive Veterinary Medicine, 2016
Colostro bovino liofilizado preserva mais de 95% da atividade biológica das imunoglobulinas quando processado a temperaturas controladas. A biodisponibilidade de IgG em colostro liofilizado e comparavel a do colostro fresco de alta qualidade, com a vantagem de padronização é estabilidade de armazenamento.
Puppel et al., Journal of Dairy Science, 2019
Cada pagina foi criada para ajudar você a tomar a melhor decisao para o seu rebanho.
Guia completo de administração, dosagem e monitoramento para bezerros de todas as racas.
Ver protocolo →Protocolo específico para pecuaria de corte: cria extensiva, Nelore, partos a pasto.
Ver pagina →Base científica completa com públicacoes de referência sobre colostro bovino e imunidade neonatal.
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Ver FAQ →Conteudo visual com demonstracoes práticas de preparo e administração de colostro.
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Ver pagina →REFERÊNCIAS CIENTÍFICAS
Godden, S.M. et al. "Transferência passiva de imunoglobulina em bezerros recem-nascidos." Journal of Dairy Science, 2009.
Fischer, A.J. et al. "A qualidade do colostro influência o sistema imunológico é o desenvolvimento intestinal." Journal of Dairy Science, 2018.
Rajala, P. et al. "Efeito do atraso na alimentação com colostro na transferência passiva." Veterinary Record, 2006.
Conneely, M. et al. "Efeito da alimentação com colostro em diferentes volumes." Journal of Dairy Science, 2014.
Chamorro, M.F. et al. "Avaliação da suplementação oral de colostro nos primeiros 14 dias." Journal of Dairy Science, 2017.
Berge, A.C.B. et al. "O colostro bovino pasteurizado e seco por pulverização protege." Journal of Dairy Science, 2005.
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